Prótese de silicone: comparação entre a colocação por cima e por baixo do músculo, indicações e critérios para a escolha da técnica

Introdução

A mamoplastia de aumento é um dos procedimentos mais realizados no Brasil, e a escolha do plano de colocação da prótese de silicone — acima (subglandular) ou abaixo do músculo peitoral (submuscular) — é um dos principais quesitos para alcançar resultados naturais, duradouros e seguros. O Dr Fabrizio Romagnoli, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica com ampla trajetória e diferenciais em contorno corporal e mamoplastias customizadas, apresenta neste artigo um panorama sobre as diferenças entre cada técnica. O objetivo é esclarecer as indicações, limitações de cada abordagem e como ocorre a decisão compartilhada durante a consulta, sempre à luz de um atendimento humanizado e da ética médica.

Anatomia da mama e os planos de colocação do implante

Compreender a anatomia básica da região mamária é fundamental para entender as opções cirúrgicas disponíveis. A mama é composta por pele, tecido glandular, gordura e o músculo peitoral maior. O posicionamento do implante pode ser feito em dois planos principais:

  • Subglandular: a prótese é colocada entre a glândula mamária e o músculo, ou seja, acima do músculo peitoral.
  • Submuscular: o implante é posicionado sob o músculo peitoral maior, conferindo uma camada adicional de tecido sobre o silicone.

Além dessas opções clássicas, técnicas customizadas, como a multiplanos (especialidade do Dr Fabrizio Romagnoli), podem combinar características dos dois métodos para maximizar resultados em biotipos específicos.

Plano subglandular: acima do músculo

Nesta técnica, a prótese de silicone é inserida diretamente abaixo do tecido mamário, sem descolamento muscular. Os principais benefícios do plano subglandular envolvem uma recuperação mais rápida, menor dor pós-operatória e procedimento tecnicamente menos traumático. Pacientes com quantidade suficiente de tecido mamário ou pele mais espessa, geralmente, são boas candidatas, pois o tecido proporciona cobertura adequada ao implante, conferindo naturalidade e menor risco de visibilidade das bordas da prótese.

No entanto, há desvantagens: pacientes magras ou com tecido mamário escasso podem apresentar contorno mais marcado, palpabilidade do implante e maior suscetibilidade a ondulações visíveis (“rippling”). O subglandular pode aumentar, ainda, a interferência das próteses em exames de imagem mamária.

Plano submuscular: abaixo do músculo

Na configuração submuscular, a prótese é alojada sob o músculo peitoral, criando uma barreira adicional sobre o silicone. Os principais benefícios incluem melhor cobertura do implante para pacientes magras, naturalidade do contorno, diminuição do risco de rippling, menor visibilidade das bordas e menor interferência em exames de imagem (como a mamografia).

Por outro lado, a recuperação pós-operatória pode ser mais lenta, com maior desconforto nos primeiros dias e possibilidade de sensação de força reduzida ao movimento dos braços. Pacientes muito ativas ou atletas podem perceber alterações discretas nos movimentos do peitoral, como pequenos deslocamentos do implante em contrações intensas.

Como escolher a técnica ideal para cada paciente

A decisão entre o plano subglandular, submuscular ou multiplano depende da avaliação minuciosa do biotipo da paciente, quantidade e qualidade do tecido mamário, elasticidade da pele, histórico de gestações e expectativas estéticas. O Dr Fabrizio Romagnoli utiliza ferramentas modernas, como bioimpedância corporal, análise do formato das mamas e discussões abertas sobre objetivos da paciente antes de sugerir a técnica mais adequada. Cada caso exige condução personalizada, focada em segurança, saúde e no resultado mais harmônico possível.

Critérios, indicações e contraindicações mais comuns

De maneira geral, indicações para subglandular incluem pacientes com pele íntegra e volume mamário moderado a abundante, sem histórico de grandes oscilações ponderais. Já o submuscular é preferido em mulheres de baixo IMC, com tecido mamário reduzido, risco maior de exposição do implante e desejo de aspecto “menos marcado” do colo.

Contraindicações relativas devem ser bem avaliadas. Pacientes atletas ou com grande desenvolvimento do peitoral podem se beneficiar de abordagem híbrida (técnica multiplanos), visando driblar limitações e potencializar resultados.

Recuperação, resultados e pontos de atenção

O pós-operatório é direcionado conforme a técnica adotada. Nos procedimentos subglandulares, a recuperação tende a ser mais breve e confortável, com retorno gradual às atividades cotidianas. Para o submuscular, recomenda-se repouso mais rigoroso, liberação tardia para exercícios e observação cuidadosa de sintomas como dor ou rigidez. Orientações precisas sobre uso de sutiã cirúrgico, autocuidado, alimentação e acompanhamentos regulares são princípios seguidos pelo Dr Fabrizio Romagnoli e toda equipe, fortalecendo uma experiência acolhedora e resultados mais duradouros.

Conclusão

A escolha do plano de colocação da prótese de silicone envolve análise personalizada do biotipo, perfil do tecido mamário e estilo de vida da paciente, sempre levando em consideração as vantagens e limitações de cada técnica. O acompanhamento com especialista experiente, como o Dr Fabrizio Romagnoli, e um espaço de consulta humanizada são decisivos para que cada mulher alcance o resultado mais natural e seguro possível. Agende sua avaliação e descubra qual abordagem combina com as suas necessidades.

Sobre o Dr Fabrizio Romagnoli

O Dr Fabrizio Romagnoli é cirurgião plástico com título reconhecido pelo MEC e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Iniciou sua trajetória em 2006 no Hospital das Clínicas da UFMG. Pós-graduado em Cirurgia Geral e Plástica, consolidou experiência em diversas cidades mineiras, fundando sua clínica própria em 2010. Seu diferencial está no domínio de técnicas avançadas de contorno corporal, especialmente mamoplastias com a inovadora abordagem multiplanos — que combina diferentes níveis anatômicos para resultados individualizados. Integra tecnologia e atendimento humanizado, priorizando acolhimento no pré e pós-operatório.

Atualmente, o Dr Fabrizio Romagnoli lidera equipe multidisciplinar no Hospital Dia Premier, estrutura moderna localizada no Edifício Life Center. Seu atendimento se destaca pela proximidade, tanto presencial quanto online, com foco no acompanhamento frequente e no suporte global desde a primeira consulta até a recuperação completa. Orientações integradas de saúde, planejamento financeiro e suporte intensivo pós-cirúrgico fazem parte do modelo de cuidado oferecido às pacientes, promovendo segurança, transparência e excelência nos resultados.

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